domingo, 27 de fevereiro de 2011

SANTO ANTÔNIO - CONTEMPLADO COM PROJOVEM ADOLESCENTE

A comunidade de Santo Antônio recebeu nesta Segunda-Feira, o Prefeito Ademar Ferreira e sua equipe de assessores, para inaugurar unidade de saúde e aula iaugural do Projovem Adolescente -  que beneficiará os jovens de 15 a 17 anos naquela comunidade, sendo uma meta da Secretaria do Trabalho, Habitação e Assistência Social, Maria Josilene, que vem somando esforços para melhoria da qualidade de vida das famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social. O Serviço Socioassistencial do Projovem Adolescente, além de ser uma oportunidade para os jovens desenvolverem habilidades através do seu protagonismo, é também um estimulo a convivência familiar e comunitária.
Prefeito Ademar Ferreira e equipe de secretários
Coletivo do Projovem Adolescente de Santo Antônio
Os gestores com o coletivo de Projovens Adolescentes
A juventude só precisa de oportunidade para se desenvolver e promover sua cidadania!


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Reunião...O PETI em foco.

A Secretária do Trabalho, Habitação e Assistência Social, Maria Josilene, realizou no dia 24/02/2011, reunião técnica na sede do PETI, as 13h00, com o objetivo de repassar definições e ajustes referente a equipe e operacionalização do serviço nesse início de ano letivo. Além da equipe do PETI estiveram presente os técnicos do CRAS, coordenadora do CREAS, coordenador do Bolsa Família e a assessoria técnica dos programas.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

CRAS II PROMOVEU ENCONTRO COM GRUPO DE CONVIVÊNCIA

Com o objetivo de promover a cidadania e estimular o protagonismo das famílias da área de abrangência do CRAS II, a equipe de referência realizou nesta Quinta Feira ( 24/02/2011) às 15h00, na sede do CRAS II,  o Encontro com o Grupo de Convivência Comunitára, dando início as  atividades em 2011. O evento contou com um número, considerável de mulheres, que no decorrer do encontro oiviram e expressaram a opinião e tiraram dúvidas sobre os serviços ofertados pelo CRAS. 
O grupo foi recepcionado num ambiente acolhedor e humanizado, preparado especialmente para o momento que foi conduzido de forma exemplar por Luzia, recepcionista do CRAS. Após o encontro foi ofertado um lanche saudável, preparado e servido por Odeane, responsável pelo serviço  de higienização e alimentação do Centro.
O encontro foi coordenado pelo psicológo João Valério com a  participação da assistente social, Maria Sônia. Vale resslatar que  a união da equipe tornou o momento mais fortalecido. 

Postado por Maria Sônia (Assistente Social do CRAS II) 

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA - UM MEIO PARA O BEM ESTAR DAS FAMÍLIAS



 O CRAS II realizará amanhã (24/02/2011) 1º Encontro com o Grupo de Convivência Familiar e Comunitária com as mulheres do Bairro Leandro Bezerra, as 15h00, na sede do referido CRAS II. O Grupo de Convivência com as mulheres do Leandro Bezerra vem acontecendo desde o mês de junho de 2010, e o resultado é positivo. As mulheres já tem o grupo como referência, entedem que o grupo é um espaço de convivência das famílias do bairro e fazem desse espaço um meio para prevenção das vulnerabilidades sociofamiliar, esclarece a assistente social, Maria Sônia, que atua na instituição, juntamente com o psicológo João Valério,  realizando o atendimento e acompanhamento psicossocial as famílias do território de abrangência.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

AULA INAUGURAL DO PROJOVEM ADOLESCENTE NO CRAS II - UMA POSSÍVEL MUDANÇA NA VIDA DO ADOLESCENTE

Aconteceu no dia 17/02/2011, a Aula Inaugural do Projovem Adolescente do CRAS II, com a participação das famílias do Bairro Leandro Bezerra e a comunidade em geral. Estiverão presente o Prefeito Ademar ferreira, secretários e assessores. Na ocasião, foi entregue o kit com a farda aos Projovens, que compareceram para receber as homenagens do dia. O serviço de convivência sociocomunitária e familiar vem com o objetivo de opotunizar aos jovens caminhos para a mudança de vida e exercício de ciadania, viavilizado através do direito a cinvivência comunitária e ao protagonismo atraves das atividades que serão desenvolvidas.

CONFIRA A GALERIA DE FOTOS:

PREFEITO ADEMAR FERREIRA
 
SECRETÁRIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - MARIA JOSILENE
 
COORDENADOR DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA

ASSISTENTE SOCIAL/COORDENADORA DO CRAS II MARIA SÔNIA
 
COORDENADOR DO BOLSA FAMÍLIA - KAROL WOJTILA
 
ATRAÇÃO CULTURAL - ADOLESCENTE ROMÁRIO
 
PREFEITO FAZENDO ENTREGA SIMBÓLICA DA FARDA DO PROJOVEM

ADOLESCENTE HENRIQUE FALANDO SOBRE P PROJOVEM
 
PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO NAS AÇÕES DO CRAS II - LEANDRO BEZERRA


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Assistência Social

A assistência social, política pública não contributiva, é dever do Estado e direto de todo cidadão que dela necessitar. Entre os principais pilares da assistência social no Brasil estão a Constituição Federal de 1988, que dá as diretrizes para a gestão das políticas públicas, e a Lei Orgânica da Assistência Social (Loas), de 1993, que estabelece os objetivos, princípios e diretrizes das ações.

A Loas determina que a assistência social seja organizada em um sistema descentralizado e participativo, composto pelo poder público e pela sociedade civil. A IV Conferência Nacional de Assistência Social deliberou, então, a implantação do Sistema Único de Assistência Social (Suas). Cumprindo essa deliberação, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) implantou o Suas, que passou a articular meios, esforços e recursos para a execução dos programas, serviços e benefícios socioassistenciais.

O Suas organiza a oferta da assistência social em todo o Brasil, promovendo bem-estar e proteção social a famílias, crianças, adolescentes e jovens, pessoas com deficiência, idosos – enfim, a todos que dela necessitarem. As ações são baseadas nas orientações da nova Política Nacional de Assistência Social (PNAS), aprovada pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) em 2004.

A gestão das ações socioassistenciais segue o previsto na Norma Operacional Básica do Suas (NOB/Suas), que disciplina a descentralização administrativa do Sistema, a relação entre as três esferas do Governo e as formas de aplicação dos recursos públicos. Entre outras determinações, a NOB reforça o papel dos fundos de assistência social como as principais instâncias para o financiamento da PNAS.

A gestão da assistência social brasileira é acompanhada e avaliada tanto pelo poder público quanto pela sociedade civil, igualmente representados nos conselhos nacional do Distrito Federal, estaduais e municipais de assistência social. Esse controle social consolida um modelo de gestão transparente em relação às estratégias e à execução da política.

A transparência e a universalização dos acessos aos programas, serviços e benefícios socioassistenciais, promovidas por esse modelo de gestão descentralizada e participativa, vem consolidar, definitivamente, a responsabilidade do Estado brasileiro no enfrentamento da pobreza e da desigualdade, com a participação complementar da sociedade civil organizada, através de movimentos sociais e entidades de assistência social.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Reunião...O idoso em foco...

A equipe do CRAS II esteve reunida com a coordeandora do Grupo de Idosos "Amantes das Caraubeiras", para juntos avaliar as atividades e discutir alternativas para maior efetividade das ações no ano de 2011.Na avaliação da equipe  do CRAS e da corrdenadora  do Grupo de Idosos, Francisca,  a reunião foi bastante proveitosa, uma vez que, além de analisar as dificuldades e as possíveis alternativas para  soluciona-las. O encontro resultou no cronograma das atividades para os meses de Fevereiro e Março. O próximo encontro acontecerá no dia 31 de Março de 2011 no CRAS II - Leandro Bezerra,  às 15 horas.




PREFEITURA MUNICIPAL DE CARAÚBAS
SECRETARIA DO TRABALHO, HABITAÇÃO E ASSISTÊNCIA SOCIAL
CENTRO DE REFERÊNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL – CRAS 

GRUPO DE IDOSOS “AMANTE DAS CARAUBEIRAS

CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES – (FEVEREIRO E MARÇO DE 2011)

MÊS
DATA
ATIVIDADE
Horário
Observação
FEVEREIRO
16/02
INÍCIO DAS ATIVIDADES 2011
16h00
SEDE DO GRUPO DE IDOSOS

23/02
PASSEIO À SERRA DO LIMA (PATÚ RN)
Manhã

 -
MARÇO
02/03
APRESENTAÇÃO DO CRONOGRAMA
16H00
SEDE DO GRUPO DE IDOSOS

16/03
PALESTRA: SAÚDE E BEM ESTAR. (PROFISSIONAL DE SAÚDE)
16H00
SEDE DO GRUPO DE IDOSOS

23/03
EQUIPE DO CRAS (I E II) ALCOOLISMO

16H00
SEDE DO GRUPO DE IDOSOS

30/03
FORRÓ DA MELHOR IDADE
16H00 AS 19H00
Posteriormente informamos o local.


Postado por Maria Sônia (Assistente Social CRAS II)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

BRINQUEDOTECA - UM ESPAÇO PARA CRIAR...INVENTAR


A brinquedoteca do CRAS II é um espaço construido a partir da necessidade das crianças do território de abrangência. As crianças que diariamente se empoderam desse espaço, criam o gosto pela leitura, o escrever e o brincar, que por natureza é uma expressão e desejo inerente da infância. Os grupos de crianças de 06 a 12 anos, já tem a brinquedoteca como referência, fazendo do convívio com outras crianças e com a equipe do CRAS, a segunda opção de família.
Os grupos de crianças no CRAS II são conduzidos por Ana Paula Cruz, pedagoga, que com sua competência, conquistou as crianças que sentem-se em casa, nos espaços criados e pensados para a realidade de cada uma das crianças
                         
      A Brinquedoteca
Trabalhos construidos pelas crianças

Postado por Maria Sônia Pereira (assistente social - CRAS II)

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Dilma cria PAC contra a pobreza

Comunicação Portal Social
A primeira ação da presidente Dilma Rousseff (PT) será a criação do PAC do combate à miséria. Ela se reuniu com 12 ministros, ontem pela manhã, e pediu que organizem o programa de forma a garantir que haja metas, prestação de contas e monitoramento das medidas.
Segundo a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, que coordenará o novo PAC, o programa partirá de iniciativas como a ampliação das redes sociais e das políticas de transferência de renda e inclusão produtiva.
“A presidente pediu que não se faça anúncios que não tenham consistência. Vamos estabelecer metas objetivas para vocês (jornalistas) cobrarem”, disse Tereza, em entrevista coletiva após a reunião.
“Obviamente, não vamos atacar a agenda da erradicação da pobreza somente com políticas de transferência de renda. Ao contrário, nossa agenda é de inclusão social e produtiva”, explicou a ministra.
Segundo Tereza, não foram discutidos, ainda, reajustes e ampliação do Bolsa Família. Ela também disse que ainda não há uma expectativa de orçamento para o futuro programa de combate à pobreza.
O Bolsa Família integrará o novo PAC, que ainda não tem nome definido pelo governo. Campello disse que a ideia do PAC não é "apagar" programas sociais já existentes, mas ampliar as medidas em curso e o atendimento a pessoas que vivem em situação de pobreza extrema.
Além disso, segundo adiantou a ministra, o governo está trabalhando na definição de uma linha de pobreza para identificar quem vai poder ser beneficiado pelo programa.
Ana Fonseca, responsável pela criação do Bolsa Família, em 2004, foi anunciada como a secretária-executiva do Ministério de Desenvolvimento Socia,l e caberá a ela fazer a coordenação do novo PAC. Ana disse que, na reunião com a presidente Dilma, não foram definidos os recursos e a fonte do Orçamento para que o novo programa seja viabilizado.

Fonte: Diário Catarinense
Cidadania  - 4,8 milhões de brasileiros à espera dos pais


Dispostos a mudar a realidade de filhos sem pai, juízes brasileiros protagonizam uma ofensiva para preencher a lacuna nas certidões de nascimento de mais de 4,8 milhões de pessoas em todo o Brasil. A iniciativa envolve todos os Tribunais de Justiça (TJ) do país e faz parte do projeto Pai Presente, lançado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Para chegar a esses números – restritos a alunos matriculados em instituições de ensino que declararam não ter pai –, o CNJ contou com a ajuda do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ligado ao Ministério da Educação. Por meio do Censo Escolar 2009, foram detectados mais de 4,8 milhões de casos do tipo – sendo 3,8 milhões de estudantes com menos de 18 anos.
A lista com os nomes e os endereços dos sem-pai, segundo o corregedor nacional de Justiça, Gilson Dipp, já foi distribuída aos tribunais de todos os Estados. A partir de agora, caberá a cada um deles levar a ação adiante, repassando os dados aos juízes responsáveis para que, pelos próximos três meses, eles liderem um mutirão pela causa. A ideia é que façam de tudo para identificar e localizar os pais de quem se acostumou a viver sem eles. Os homens serão chamados a audiências e, diante do juiz e do próprio filho, terão a chance de assumir o seu papel.
“A ideia é muito boa porque pode mudar a vida de muita gente. É possível que o reconhecimento paterno não ponha fim a antigas mágoas, mas com certeza irá contribuir para que muitos brasileiros conheçam suas origens e superem preconceitos”, afirma o advogado Ricardo Breier, coordenador-geral da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Sul (OAB-RS).
Otimista quanto à adesão, o corregedor nacional de Justiça espera que os primeiros resultados da iniciativa sejam conhecidos até o fim do ano. No que depender de Dipp, a sina dos mais de 4,8 milhões de brasileiros sem pai vai finalmente ser revertida.
O projeto
- Batizado de Pai Presente, o projeto lançado pelo Conselho Nacional de Justiça tem por objetivo identificar os pais de mais de 4,8 milhões de brasileiros que convivem com a ausência da figura paterna.
Como será o trabalho- O Conselho Nacional de Justiça encaminhou os dados gerais do Censo Escolar 2009 para todos os Tribunais de Justiça do país.
- Esses dados incluem uma listagem com os nomes e os endereços das mães cujos filhos não têm indicação de pai e serão repassados aos juízes responsáveis.
- Com os dados em mãos, os magistrados mandarão chamar as mães para que compareçam em juízo e indiquem, se quiserem e puderem, o nome do pai de seu filho.
- O indicado será intimado a comparecer diante do juiz.
- Ele poderá reconhecer espontaneamente a paternidade ou, se tiver dúvidas, pedir análise de DNA.
- Também poderá não admitir a paternidade e se negar a fazer o exame, mas, nesse caso, poderá ser intimado a fazer o teste.
- Ao final do processo, se tudo der certo, o filho terá o nome do pai em seus documentos.
Fonte: Emílio Salle, psiquiatra, coordenador do Departamento de Psiquiatria da Infância e da Adolescência da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul.


Fonte: Zero Hora

Pesquisa mostra que crianças com oito anos já estão pensando na profissão que irão seguir

Carreira, sucesso e dinheiro são preocupações só de quem já atingiu a maioridade, certo? Errado. Pelo menos é o que se conclui a partir de uma pesquisa desenvolvida com mais de 1,2 mil crianças, adolescentes e jovens de todo o Brasil, cujos resultados surpreendem: entre os entrevistados de oito a 12 anos, nada menos do que 79% dizem estar muito preocupados com a futura profissão e 76% deles já decidiram que querem ter o próprio negócio.
Aplicados entre março e outubro de 2010 pela empresa Rohde & Carvalho, os questionários foram respondidos via internet, por brasileiros de oito a 20 anos – divididos entre betweens (de oito a 12) e teens (de 13 a 20).
Para atingir o público-alvo, os pesquisadores angariaram participantes das classes A e B por meio de chamamentos nas redes sociais e de contatos com escolas particulares de norte a sul do País.

Toda essa obsessão por um futuro empreendedor, acredita a responsável pela pesquisa, Suzana Carvalho, tem relação direta com o desejo de ganhar dinheiro ou ter status – palavras-chave que também alimentam o inconsciente coletivo de teens e betweens. “Essa geração que tem tudo não quer perder essa condição social, por isso, o forte desejo de independência financeira”, analisa Suzana.
O professor da Faculdade de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Luiz Carlos Lund diz que o amadurecimento precoce diante da carreira é fortalecido pelo desejo de libertação de empregos formais. “A diferenciação na remuneração é muito importante para os jovens, que mal chegam às universidades e já estão trabalhando”, acrescenta o professor.
Contudo, para uma parcela dos teens, ter sucesso não significa apenas escolher uma profissão que os agrade, mas principalmente ganhar dinheiro. No Brasil, 41% dos entrevistados entre 13 e 20 anos responderam que ser bem-sucedido é sinônimo de uma conta bancária gorda.
Para o coordenador do curso de analista em marketing e vendas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ricardo Teixeira, a estatística é compreensível no universo de classe média alta. “Para esses adolescentes e jovens, a qualidade de vida está muito associada aos bens materiais”, aponta. Segundo Teixeira, essa mudança de comportamento não é exclusividade dos brasileiros, influenciada especialmente pelo avanço da tecnologia.
Tanto assim, que 90% dos entrevistados disseram possuir celular, internet e Ipod ou MP4. “Essas escolhas são cada vez mais conscientes, não apenas pelo estímulo familiar, mas pela massa de informações que chega até eles, seja pela internet, TV, escola ou amigos”, exemplificou.


Fonte: A Notícia

Padronização das Certidões no Brasil.

Justiça padroniza certidões no País

A Casa da Moeda do Brasil, em parceria com a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Ministério da Justiça, padronizam desde ontem certidões de nascimento, casamento e óbito no Brasil.
Os documentos serão confeccionados em papel especial com marca d’água, microletras, e a impressão será feita pelo mesmo processo das cédulas de dinheiro, que aumenta a segurança contra falsificações. Nas certidões de nascimento haverá um modelo único e uma só matrícula por pessoa em todo o País.
A mudança tem pelo menos dois objetivos: tornar a certidão de nascimento mais segura e mapear o sub-registro de nascimentos no País, já que hoje, 12,2% das crianças nascidas no Brasil não são registradas, segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos (SDH). Um dos principais motivos é a distância dos cartórios.

Fonte: www.portalsocial.org.br







Objetivos do CRAS
  • Atuar com famílias e indivíduos inseridos na área de abrangência dos Centros de Referência da Assistência Social, viabilizando o acompanhamento psicosocial das famílias, pelo encaminhamento e garantia de acesso às políticas públicas, e pelo monitoramento e avaliação da rede de ações sócioassistenciais.
  • Implementar o Programa de Atenção Integral às Famílias (PAIF) , mantendo um sistema de informações sobre as familias destinatárias do referido Programa.
  • Prestar informação e orientação para a população de sua área de abrangência, bem como se articular com a rede de proteção social local no que se refere aos direitos de cidadania.
  • Propiciar iniciativas que garantam meios, capacidade produtiva e de autogestão para elevação das condições de vida, através de mecanismos de articulação e de participação de diferentes áreas governamentais e da sociedade civil.
  • Subsidiar a elaboração do plano de ação promocional das famílias atendidas.
  • Mapear a rede sócioassistêncial do município.
Público alvo do CRAS

Famílias e indivíduos em seu contexto comunitário, priorizando aquelas que se encontram em vulnerabilidade social e que estão inseridos na área de abrangência do CRAS.
O CRAS I atende ao seguinte território de abrangência:
a)   ZONA URBANA: Centro, São Severino, Conjunto Nestor

Fernandes, Sebastião Maltez, Alto da Liberdade e demais

 áreas urbanas;
b)   ZONA RURAL: Demais Comunidades, exceto Mirandas e 1º

de Maio.
O CRAS II atende ao seguinte território de abrangência:

a)   ZONA URBANA: - Bairro Leandro Bezerra e Aeroporto;
b)   ZONA RURAL: Mirandas e 1º de Maio

Secretaria de Assistência Social promove capacitação para orientadores do Projovem Adolescente

 A Secretaria Municipal da Assistência Social, que tem a frente da pasta a Senhora Josilene Ferreira Bezerra,  promoveu em parceria com os CRAS I e II, nos dias 01, 02 de Fevereiro de 2011, capacitação para os Orientadores Sociais do Projovem Adolescente,  que conduzirão as atividades nos Coletivos, da cidade e da Zona Rural. A capacitação foi ministrada por Izabel Mota, assistente social.
Em 2011 o Município de Caraúbas conta com 08 (oito) coletivos: 04 na Zona Rural (Miranda, São Geraldo, Mariana e Santo Antônio), e 04 (quatro) na Zona Urbana: 02 (dois) no Bairro Leandro Bezerra e 02 (dois) formados por adolescentes dos demais bairros da cidade.
Estão previstas para o período de 14 a 18 de Fevereiro de 2011, as aulas inaugurais em todos os coletivos e o início dos trabalhos será no dia 21 do corrente mês. Além dos Orientadores Sociais, participaram da capacitação os assistentes sociais, psicológos e cooredenadoes dos CRAS I e II.

INFORME-SE (2) SOBRE A ASSISTÊNCIA SOCIAL BÁSICA NO BRASIL...

Equipe de Referência do CRAS

O CRAS é uma unidade sócioassistencial que possui uma equipe de trabalhadores da política de assistência social responsáveis pela implementação do PAIF, de serviços e projetos de proteção básica e pela gestão articulada no território de abrangência, sempre sob orientação do gestor municipal. Esse conjunto de trabalhadores é denominado ‘equipe de referência do CRAS’ e sua composição, regulamentada pela Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do SUAS (NOB-RH/SUAS, depende do número de famílias referenciadas ao CRAS, conforme quadro a seguir:

Porte dos municípios
Pequeno Porte I
Pequeno Porte II
Porte Médio
Grande Porte
Metrópole
Famílias referenciadas e capacidade de atendimento
2.500 famílias referenciadas e capacidade de atendimento anual de 500 famílias
3.500 famílias referenciadas e capacidade de atendimento anual de 750 famílias
5.000 famílias referenciadas e capacidade de atendimento anual de 1000 famílias
Equipe de referência
2 técnicos de nível médio e 2 técnicos de nível superior, sendo 1 assistente social e outro preferencialmente psicólogo
3 técnicos de nível médio e 3 técnicos de nível superior, sendo 2 assistentes sociais e preferencialmente 1 psicólogo.
4 técnicos de nível médio e 4 técnicos de nível superior, sendo 2 assistentes sociais, 1 psicólogo e 1 profissional que compõe o SUAS
As equipes de referência do CRAS devem contar sempre com um coordenador com nível superior

Espaço físico do CRAS
O espaço físico do CRAS deve refletir sua principal concepção: o trabalho social com famílias, operacionalizado por meio do PAIF. Assim, o CRAS deve possuir, no mínimo, os seguintes espaços:

Espaços
Atividades
Hall aberto
Espera e transição
Recepção
Acolhimento e encaminhamentos
Sala de Atendimento
Entrevistas e atendimento individualizado (famílias e/ou indivíduos)
Sala Socioeducativo com Famílias
Grupos socioeducativos e atividades coletivas/comunitárias
Sala Administrativa
Coordenação, produção de informações, arquivo, equipe técnica

Os espaços considerados imprescindíveis destinam-se somente às ações do Programa de Atenção Integral à Família (PAIF). Assim, caso se opte pela oferta de serviços socioeducativos de convívio geracionais, bem como de projetos de inclusão produtiva no CRAS, o espaço físico aqui indicado deverá ser ampliado e adequado, de acordo com as orientações específicas de cada serviço socioeducativo, e de modo a não prejudicar o desenvolvimento do PAIF.
A estruturação do espaço físico do CRAS é de responsabilidade do município como cumprimento do requisito de habilitação ao nível básico ou pleno de gestão do SUAS.
Identidade Visual do CRAS – Os CRAS co-financiados pela União deverão ter placa padrão, na frente do prédio (ao lado da porta). Os municípios deverão tomar as providências cabíveis, observando orientações relativas aos períodos eleitorais.

INFORME-SE E FIQUE POR DENTRO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL BÁSICA NO BRASIL.


CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS)

O que é

O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) é uma unidade pública da política de assistência social, de base municipal, integrante do SUAS, localizado em áreas com maiores índices de vulnerabilidade e risco social, destinado à prestação de serviços e programas socioassistenciais de proteção social básica às famílias e indivíduos, e à articulação destes serviços no seu território de abrangência, e uma atuação intersetorial na perspectiva de potencializar a proteção social.

Algumas ações da proteção social básica devem ser desenvolvidas necessariamente nos CRAS, como o Programa de Atenção Integral as Famílias (PAIF) outras, mesmo ocorrendo na área de abrangência desses centros, podem ser desenvolvidas fora de seu espaço físico, desde que a ele referenciadas.

O CRAS também deve ser organizar a vigilância da exclusão social de sua área de abrangência, em conexão com outros territórios.

Programa de Atenção Integral à Família (PAIF)O Programa de Atenção Integral à Família (PAIF) expressa um conjunto de ações relativas à acolhida, informação e orientação, inserção em serviços da assistência social, tais como socioeducativos e de convivência, encaminhamentos a outras políticas, promoção de acesso à renda e, especialmente, acompanhamento sociofamiliar.

Objetivos do PAIF    • Contribuir para a prevenção e o enfrentamento de situações de vulnerabilidade e risco social;
    • Fortalecer os vínculos familiares e comunitários;
    • Promover aquisições sociais e materiais às famílias, com o objetivo de fortalecer o protagonismo e a autonomia das famílias e          comunidades.

Público do PAIF/CRASPopulação em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, privação ou ausência de renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos, com vínculos familiares, comunitários e de pertencimento fragilizados e vivenciam situações de discriminação etária, étnica, de gênero ou por deficiências, entre outros.

Informações sobre a situação dos CRAS em 2007
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome elaborou a publicação técnica intitulada “Linha de Base do Monitoramento dos CRAS”. Esse documento foi construído a partir dos dados coletados, entre julho e outubro de 2007, sobre diversos aspectos do funcionamento das unidades por intermédio da Ficha de Monitoramento dos CRAS,

Expansão do co-financiamento do governo federal para o Programa de Atenção Integral à Família em 2008

A expansão do co-financiamento do PAIF pelo governo federal em 2008 ocorreu com base em critérios definidos pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT) – instância de pactuação e articulação da política de assistência social, integrada por representantes dos governos federal, estaduais e municipais. Tais critérios foram aprovados pela Resolução nº 3 da CIT, de 3 de junho de 2008. Com a expansão deste ano, 598 municípios serão contemplados com os recursos do co – financiamento federal.

Os municípios foram contemplados tendo em vista os seguintes quesitos: sua posição no ranking de municípios, conforme índice SUAS; estar habilitado em gestão plena não tendo recebido co-financiamento federal para PAIF/CRAS; integrar a Agenda Social – Territórios de Cidadania estando habilitado na gestão básica do SUAS.

Faz-se importante mencionar que toda expansão, a partir de 2008, constitui-se de três etapas:
  1. Aceite formal, por parte dos municípios e DF, do co-financiamento do governo federal, quando, por meio desse ato, aceita os compromissos para implantação do PAIF, no CRAS
  2. Demonstração da capacidade e condições, do município ou DF, de implantação do PAIF, no CRAS
  3. Monitoramento e acompanhamento da implantação do PAIF e de adequabilidade do CRAS pelo MDS e Secretarias Estaduais de Assistência Social (ou congêneres)
Os municípios que manifestaram o aceite até 31 de maio de 2008 deverão preencher o "Módulo de Implantação" no período de 26 de junho a 10 de agosto de 2008. Caso a manifestação do aceite se dê no período de 1 a 27 de junho de 2008, o preenchimento do Módulo Implantação deverá ser feito entre 1º de dezembro de 2008 e 10 de fevereiro de 2009. Essa etapa é obrigatória para a confirmação do aceite formal ao co-financiamento da União, bem como da implementação efetiva do PAIF no CRAS. O não cumprimento dessa etapa acarretará o cancelamento do co-financiamento da União ao município.

A implementação do PAIF de forma efetiva e com qualidade é fundamental para a organização do SUAS e para a concretização dos direitos socioassistenciais. O PAIF possui um papel estratégico, pois articula e integra os serviços socioassistenciais, programas de transferência de renda e benefícios assistenciais, potencializando o impacto das ações de assistência social para as famílias nos territórios de abrangência dos Centros de Referência de Assistência Social.
Saiba Mais! Acesse o site:

CRAS cria Central de Relacionamento com as famílias.

 

O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS )  está criando um canal de comunicação com o cidadão. Trata-se da Central de Relacionamento CRAS, responsável por prestar informações, esclarecer dúvidas, sobre os programas, serviçossocioassistenciais e demais atividades, tanto por meio da telefonia (84 - 3337 -  2691) ou e-mails institucionais, a baixo relacionados:

Secretaria Municipal de Assistência Social: smascaraubas@yahoo.com.br
Centro de Referencia de Assistência Social: cras.caraubas.rn@gmail.com
projovem Adolescente:  projovemadolescentecaraubas@gmail.com
Programa Bolsa Familia: pbfcaraubas@yahoo.com.br

Caraúbas RN é contemplada com mais uma unidade de CRAS...

O município de Carúbas RN, foi contemplado com  mais uma unidade do CRAS - Centro de Referência de Assistência Social. O território contemplado é o Bairro Leandro Bezerra por apresentar indície elevado de vulnerabilidade e risco social. A inauguração do CRAS aconteceu no dia 17 de Abril de 2010, as 16h, com uma palestra sobre cidadania e direitos socioassistênciais, proferida pelo Secretário Estadual de Assistência Social, Gercino Saraiva, em seguida foi realizada a inauguração com a placa e visita as dependências da instituição, que abriu as portas para reber a população caraubense.
A partir dessa data, as famílias de Caraúbas passaram a contar com duas unidades de CRAS: O CRAS I, localizado no Centro da cidade (breve com novo endereço) e o CRAS II, localizado no Bairro Leandro Bezerra.